1878 - Zilda Gama

 



 1878 - Nasceu em 11 de março, em Três Ilhas, em Juiz de Fora (MG).

Era a segunda filha dos 11 filhos de Augusto Cristina da Gama, escrivão de paz, e Elisa Emílio Klörs da Gama, professora estadual. Fez seus estudos com a própria mãe.

1902 - Ainda jovem, com apenas 24 anos, ficou órfã dos pais, tendo que assumir a direção da casa, cuidando de cinco irmãos menores e, posteriormente, de outros cinco sobrinhos órfãos.



Foi professora e diretora de escola, sendo agraciada em concursos promovidos pela Secretaria de Educação de Minas Gerais. Nessa época ela começou a perceber a presença dos Espíritos. Recebeu mediunicamente mensagens de seu pai e de sua irmã, já desencarnados, que a aconselhavam e a consolavam nos momentos de provações difíceis pelos quais estava passando.

1912 - Recebeu interessante mensagem assinada por Allan Kardec. Após essa manifestação, o Codificador propiciou-lhe outros ensinamentos, os quais foram impressos no livro Diário dos Invisíveis. Na época não tinha qualquer conhecimento da Doutrina Espírita

1916 - Os espíritos Benfeitores informaram-lhe que passaria a psicografar uma novela. O Espírito de Victor Hugo passou então a escrever por seu intermédio.

Obras publicadas pela FEB: Na Sombra e na Luz, Do Calvário ao Infinito, Redenção, Dor Suprema e Almas Crucificadas.

1927 - Participação em congresso de Instrução, 

1929 - Publicação do livro Diário dos Invisíveis. Primeiro lugar em concurso promovido pela Secretaria de Educação do Estado de Minas Gerais, com um trabalho sobre Aulas – Modelo.

1931 - Conclusão do curso Escola de Aperfeiçoamento de Belo Horizonte, autora da tese sobre o voto feminino, no Congresso, a qual foi aprovada oficialmente. Escreveu contos e poesias para vários jornais, destacando-se o Jornal do Brasil, a Gazeta de Notícias e a Revista da Semana, todos da antiga capital federal. Exerceu o jornalismo profissional em jornais de Juiz de Fora e Ouro Preto, São Paulo e Rio de Janeiro.

Foi a primeira, no Brasil, a receber tão vasta literatura do mundo espiritual. 

Outras obras publicadas através de sua mediunidade: Solar de Apoleo, Na Seara Bendita, Na Cruzada do Mestre e Elegias Douradas. 

Obras educativas: O Livro das Crianças, Os Garrotilhos, O Manual das Professoras e O Pensamento.

1959 - Após sofrer derrame cerebral, viveu numa cadeira de rodas, assistida pelo sobrinho Mário Ângelo de Pinho, que lhe fazia companhia.

1969 - Desencarnou em 10 de janeiro, no Rio de Janeiro (RJ).




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